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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Android 4.1 - Jelly Bean



São Paulo — O Google liberou, nesta semana, o código do Android 4.1 Jelly Bean. A nova versão do sistema operacional, apresentada em junho durante o evento Google I/O, é parecida com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich. O Jelly Bean, porém, traz novidades tanto na interação com o usuário como nas tecnologias que ficam ocultas no sistema e tornam o uso do smartphone mais agradável.
É possível instalar a nova versão no smartphone Galaxy Nexus e no tablet Nexus 7. O Google também promete liberar, em breve, arquivos de instalação para o smartphone Nexus S e o tablet Motorola Zoom. Já a chegada a outros dispositivos depende dos respectivos fabricantes. Confira oito novidades do Jelly Bean.
1 - Widgets espertos
Os widgets exibidos na tela inicial do Android ficaram mais espertos. Na edição Jelly Bean, quando um widget é colocado na tela, os outros se movem para liberar espaço, mais ou menos como acontece com os apps no iPhone. Se o widget for grande demais, ele será redimensionado para que caiba na tela do Android.
2 - Mapas offline
O Google Maps ganhou um modo offline. Ele permite baixar os mapas de uma determinada área e armazená-los no smartphone. Assim, é possível consultá-los mesmo que não haja acesso à internet. É um recurso muito bem vindo para quem viaja a outro país. Os mapas podem ser baixados em casa ou no hotel, via Wi-Fi, para ser usados depois, na rua. Assim, evita-se pagar as exorbitantes tarifas cobradas pelas operadoras pelo roaming de dados.
3 - Notificações que funcionam
O recurso de notificação do Android, que emite avisos ao usuário, ganhou um upgrade. Agora, é possível responder às notificações tocando nelas. Se houver um aviso de uma ligação telefônica perdida, por exemplo, basta tocar nele para ligar de volta.
4 - Animações mais naturais
O Google melhorou a exibição de gráficos animados no Android. Agora, virar páginas deslizando os dedos pela tela traz uma sensação mais natural, já que as animações ficaram mais fluidas. O Google usa dois termos curiosos para descrever esses melhoramentos: “buttery graphics” (gráficos amanteigados) e “silky transitions” (transições sedosas). O vídeo abaixo mostra os mesmos gráficos sendo exibidos no Android Ice Cream Sandwich e no Jelly Bean. Veja a diferença

6 - Um toque nas fotos
O visualizador de fotos é outro item aperfeiçoado. No Android Jelly Bean, basta deslizar o dedo pela tela para ir vendo as imagens. E, para eliminar uma delas, pode-se movê-la para fora com o dedo. As funções de edição e compartilhamento também ganharam um polimento.
6 - Ditado sem internet
O Google diz que os dicionários usados para facilitar e conferir a digitação de palavras estão mais flexíveis e precisos. O recurso de ditado, que permite falar as palavras em vez de digitá-las, também melhorou. Agora, não é mais necessário ter uma conexão de dados para usá-lo.
7 - Imagens via NFC
Usuários de smartphones com conexão NFC podem transferir rapidamente imagens e vídeos de um aparelho a outro. Basta aproximar dois smartphones ou tablets e tocar no item a ser transferido. O NFC também é usado para estabelecer, instantaneamente, uma conexão via Bluetooth. Basta aproximar dois dispositivos com Bluetooth para conectá-los.
8 - Google Now ajuda nas buscas
O Android ganhou um assistente para buscas por voz, o Google Now, que é parecido com a Siri, da Apple. Além de fazer pesquisas na web, o assistente fornece informações relacionadas diretamente com o usuário, como o horário de algum voo reservado por ele ou as condições do trânsito em seu caminho para o trabalho. Algumas dessas informações são exibidas automaticamente em cartões virtuais na tela. O vídeo abaixo (em inglês) apresenta esse recurso.




Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/8-novidades-do-android-4.1-jelly-bean-10072012-51.shl?2



terça-feira, 10 de abril de 2012

Gadget: Óculos do Google

Olá viajantes,

Nos últimos dias a grande novidade do mundo da tecnologia foi o lançamento do projeto do Google Glasses. Além do vídeo futurístico que foi feito pelo Google, muitos designs foram lançados. Veja aqui o vídeo do google e os designs mais criativos.


Primeira versão do óculos do Google

Cópia da Oakley

Futurista

Provável Design do óculos (A modelo não está inclusa)

Provável Design do óculos (O modelo não está incluso)

Provável Design do óculos (O rapaz não está incluso)

Provável Design do óculos (A modelo não está inclusa)

quinta-feira, 29 de março de 2012

A próxima máquina de busca

Olá viajantes, 
Eu me deparei com esse artigo na faculdade e muito me inspirou, não digo o assunto em si mas o seu fator investidor, há uma grande ansiedade na nossa geração de se fazer algo grande e inovador. Muitas vezes idéias geniais ficam paradas por falta de pessoas, talentos e principalmente grana. Segue o texto que pode ajudar a esclarecer algumas dúvidas de como desenvolver uma bela ideia no mercado.


Paul graham não nasceu ontem. nem está no negócio de financiar novos negócios inovadores de crescimento empreendedor há pouco tempo. paul é "o" cara do Y combinator, um dos aceleradores de empresas mais famosos e mais bem sucedidos do mundo. mais de 380 startups passaram por ele desde 2005, incluindo dropbox, reddit, disqus e airBnB. não é coisa pouca. graham vê milhares propostas de começar negócios inovadores por ano. e tem coisas que ele não vê de jeito nenhum. resultado? uma lista de negócios bilionários esperando alguém para fazê-los agora. isso, agora.




A primeira oportunidade é uma "nova" empresa de busca. o que já dá a altura do que graham procura. e não é por menos, já que estamos falando de negócios de bilhões, e não daquela milésima cópia de groupon que mais um startup brasileiro está tentando reinventar. pois bem. graham diz que google já foi "a" companhia, genial, inovadora, minimalista, mas que faz tempo que a empresa se perdeu, porque resolveu competir com faceBook, num negócio do qual não entende nada, que não faz parte de sua alma corporativa.


Aliás, esta é uma das razões pela qual jim whittaker saiu de lá dizendo, no blog dele, que…


"The Google I was passionate about was a technology company that empowered its employees to innovate. The Google I left was an advertising company with a single corporate-mandated focus."


"…o google onde ele foi trabalhar era uma companhia de tecnologia que empoderava seus colaboradores para inovar; o que ele deixa é um negócio de anúncios com um único foco corporativo."




Graham tem uma receita: faça sua própria máquina de busca. se você e os 10.000 melhores hackers do mundo quiserem usar esta nova máquina e não google, você está no caminho certo para um IPO de sucesso, levando pelo menos alguns bilhões para seu bolso. claro que é difícil de fazer melhor do que google e há problemas de grande monta: algoritmos, complexidade, infraestrutura, o diabo. mas uma coisa é certa: quando [e não se!...] alguém fizer melhor do que google, vai se dar muito bem.


Quem já tentou fazer?… entre os pequenos, dignos de nota, wolframalpha e blekko, mas nenhum dos dois sequer arranhou o prestígio ou receita de google. entre os grandes, bing, da microsoft, que, digamos, tem um longo caminho a percorrer. e tem baidu, um clone chinês de google, muito bem sucedido por lá, mas que não dá para contar numa lista de novas empresas de busca.


O blog resolveu perguntar, a quem entende do assunto, o seguinte: qual a possibilidade de uma destas próximas máquinas de busca vir do brasil, de três pontos de vista 1. científico, 2. tecnológico e 3. de empreendedorismo e investimento?


Quem responde é o prof. nívio ziviani, respeitado pesquisador brasileiro da área de tratamento de informação, empreendedor serial [fundador da akwan, de belo horizonte, comprada por google] e com décadas de experiência em ciência, tecnologia, negócios e brasil:


Para entender o tamanho do problema de construir uma máquina de busca competitiva é importante conhecer as diversas gerações desde o surgimento da web por volta de 1993, a saber:


(1) Para responder uma consulta, a primeira geração ordenava os documentos recuperados considerando apenas dados estatísticos (frequência das palavras da consulta em cada documento e número de documentos em que cada palavra ocorre) e o principal representante dessa geração era o AltaVista.


(2) A segunda geração passou a considerar, além de dados estatísticos, as ligações entre os documentos (hyperlinks), e o principal representante dessa geração é o Google.


(3) Na terceira geração, o comportamento do usuário passa a ser considerado por meio da análise de clicks, isto é, os clicks realizados pelos usuários refletem preferências por respostas específicas no contexto de uma determinada consulta.


(4) A quarta geração (a contemporânea) introduz contexto (por exemplo georeferenciamento) e conhecimento especializado (uma consulta sobre um artigo técnico localiza o arquivo PDF relacionado, uma consulta geográfica mostra um mapa, uma consulta sobre voos retorna uma tabela, uma consulta sobre a Receita Federal retorna links para download, etc.).


Uma máquina de busca de quarta geração utiliza centenas de fontes de evidência para retornar uma resposta para um usuário. Em suma, o desenvolvimento de uma máquina de busca competitiva tem um custo absurdamente alto.


O desenvolvimento de uma nova máquina de busca significa competir com Google. A Microsoft tem tentado, talvez por medo do crescimento de Google. Bing teve um custo inicial de desenvolvimento de cerca de US$2 bilhões, e envolve muitos engenheiros altamente especializados. Pior do que isso, Google está impondo uma agenda para a Microsoft em um negócio em que ela não é competente.



Qual é a possibilidade de uma das próximas máquinas de busca que venham a surgir vir do Brasil? Para responder vou falar das condições necessárias para que isso tenha alguma chance de acontecer, a saber:


1. Estímulo governamental através de incentivos. Necessidade de capital a custo zero, como existe nos Estados Unidos. Não resolve investir poucas centenas de milhares de dólares em uma startup, tem que ser algo da ordem de US$10 milhões para que a startup possa usar US$2 milhões por ano em 5 anos para pensar a empresa com folga.


2. Existência de centros de excelência. É necessário ter centos de pós-graduação e pesquisa de grande porte e classe mundial, muito bem financiados, para criar densidade de pessoal qualificado.


3. Existência de pessoas que entendam de formas de monetizar uma tecnologia, como derivar produtos de uma boa tecnologia, como vender produtos inovadores, experiência de uso na web, aspectos legais
de tecnologias da informação e negócios nelas baseados, entre muitos outras competências.


Também é importante entender que empreendimentos que ficaram gigantes (por exemplo, Apple, Google, Facebook) nasceram como startups. No nosso país existem partes dos condicionantes discutidos. Em outras palavras, para que aconteça algo do tipo no Brasil é preciso entender que pequenas iniciativas de qualidade precisam de injeção de recursos para poder prosperar e crescer para tamanhos maiores.


pense num problema. e google, por sinal, não morreu. Brin e Page devem lançar em breve uma máquina de busca de quinta geração, capaz de fazer tratamento semântico de informação de busca e resultado de forma muito mais sofisticada do que se faz hoje e capaz de produzir respostas mais diretas e precisas às perguntas dos usuários. e, como seria de se esperar, aumentar ainda mais o acoplamento busca-resultado-anúncio, que é onde a empresa ganha o pão de cada dia.


Se rolar, se não for hype, a barreira de entrada neste nicho da economia da rede ficará ainda mais alta. e os resultados de um sucesso potencial ainda maiores. junte sua turma e comece a trabalhar, seu bilhão lhe espera…




Fonte: http://smeira.blog.terra.com.br/2012/03/16/a-prxima-mquina-de-busca/

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rumos da tecnologia (continuação)

Olá viajantes,

Seguindo a linha de pensamento de meu último post, gostaria de apresentá-los dois vídeos que exploram como pode ser o nosso futuro. Gostaria de deixar claro que os dois vídeos são previsões de futuro e não são muito baseados em tecnologias que temos hoje. Mas vale a pena assistir.


Microsoft - 2019


Um dia de vidro - Gorilla Glass


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Rumos da tecnologia

Futuro!



Olá viajantes, 


Hoje vou me deixar levar um pouco sob o sentimento de crescimento do Brasil e do futuro próspero tanto pessoal quanto profissional e fazer uma pequena análise de como eu vejo a tecnologia daqui a uns anos, espero que não se importem.


Se eu tivesse que prever os rumos da tecnologia para o futuro, eu digo, 10 anos no máximo eu diria que seria necessário uma boa dose de dinheiro para a compra de gadgets, acho que eles se tornarão tão indispensáveis para a vida moderna quanto uma geladeira ou um fogão algumas épocas atrás.
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Acho que as grandes plataformas vão puxar o hardware portátil adiante cada vez mais, android, apple, google e microsoft (sim, porque não?). Acho que isso tudo vai evoluir de uma forma que vai chegar a uma sociedade sem computador. Olhe só. Eu tenho quase certeza que daqui a alguns anos não teremos mais computadores no formato PC, alguns notebooks, mas a maioria mesmo será uma grande invasão de tablets.
Tablets, a nova geração!



Uma vez que os tablets possam ser conectados sem fio a internet, a televisão aos sistemas da sua empresa, acho que os computadores estarão fadados a sumir, e digo isso claro aliado ao futuro dos celulares que também tem se tornado poderosos aliados de profissionais.


Imagine um sistema ERP rodando em um tablet na fábrica, o encarregado não precisaria estar trancado na sua sala para responder email e outras coisas, e para os mais old-fashionistas, eu tenho boas notícias, acredito que os teclados não vão sumir completamente, mas os mouses "infelizmente" estão fadados ao total fracasso, com tecnologia do tipo kinect.


Pensemos um pouco sobre essa tecnologia aliada ao meio empresarial, passar documentos do seu tablet direto para o celular com uma simples passada de dedo, um usuário não faria mais login pelo outro, já que o sistema seria capaz de "ver" quem está acessando a conta, talvez somente um password por segurança. Não precisaria mais de mouse já que o sistema reconheceria o movimento da mão, olhos, cabeça e por aí vai, as aplicações são infinitas, e são bem mais fieis do que os antigos comandos de voz. (quem não se lembra daquele Headset da IBM que custava centenas de dólares e deveria fazer tudo o que você fala... nunca vi funcionar corretamente).
Headset da IBM



Mas aínda temos um caminho árduo pela frente, já é possível ver a luz no fim do túnel, porém a estrada é ingrime e cheia de buracos. Questões de interconectividade dos sistemas, plataformas trabalhando em conjunto ao invéz de se distinguirem. Segurança, toda nova tecnologia têm falhas de segurança é preciso garantir que isso não seja apenas um brinquedo caro.
Interconectividade entre plataformas

E qual é o papel do Brasil nisso tudo? Desenvolver produtos? fabricá-los? honestamente eu não sei, acho que temos que investir muito em carreiras científicas e de desenvolvimento, acho que desenvolvedores são o futuro nessa próxima geração. 
Tablets, a tecnologia do agora!

Serviços sempre vão existir, integradores também, afinal toda mudança precisa de integradores, mas desenvolvedores... vai ser preciso um pequeno exército de gênios para trazer essa tecnologia para frente.
Steve Balmer e sua clássica "música".

As oportunidades de negócio estão aí, estamos na era da informação, qualquer um com um talento , uma ideia boa e algum planejamento pode se dar bem no mercado, isso acho que é a melhor coisa de estar vivendo um momento econômico de crescimento, várias empresas estrangeiras vão querer conhecer o jeitinho de fazer negócios brasileiro e digo isso me baseando nos brasileiros criativos, honestos e que mesmo com uma carga tributária altíssima estão aí fazendo dinheiro para si próprios e para o país.


Unidos e Honesto, Brasil à frente!



Boa Viagem,
Edgar

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Carro sem motorista do Google


O gigante da internet Google está a conduzir um carro sem motorista, onde o proprietário simplesmente relaxa enquanto sensores e computadores de alta potência ajudar a navegar trânsito e chegar ao seu destino com segurança.O conceito não é novo, e foi revelado pela primeira vez na Feira Mundial de 1933 em Nova York.  Mas ate hoje esta sendo desenvolvido, porem, a gigante google esta muito próxima de tornar essa tecnologia acessível a todos na próxima década.



E não é só o Google que está investigando a tecnologia. General Motors e Volkswagen são ambos explorando a possibilidade de oferecer a todos a oportunidade de possuir sua própria versão do KITT, o herói auto-condução automóvel da década de 1980 TV série Knight Rider, ao longo dos próximos anos.








Fonte: http://www.independent.ie/business/technology/look-no-driver-googles-car-of-the-future-is-here-2926651.html