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terça-feira, 12 de junho de 2012

História de ataques de Hackers no Mundo.

Olá viajantes,
Todo mundo na atualidade sabe o que são hacker e o que eles são capazes de fazer, por isso, eu trouxe uma série de histórias sobre ataques de hacker conhecidos e desconhecidos para informá-los até onde essas pessoas podem ir, seja por uma motivação honesta ou por puro ganho financeiro, eles estão lá e é bom estarmos preparados.


Brasil - Operação Weeks Payment - Grupo Anonymous
Janeiro / 2012

Em uma ação batizada de Op Weeks Payment, os grupos hackers ativistas Anonymous e AntiSec prometeram ataques a sites de diversos bancos brasileiros. No período de uma semana eles foram capazes de derrubar sites dos principais bancos do país, até mesmo anúnciando previamente seus alvos, ficaram indisponíveis, Itaú, Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, HSBC, etc.
Uma operação organizada via twiiter, nos perfis @AntiSecBrTeam e @AnonBRNews, os grupos divulgaram o início e sucesso dos ataques.


EUA - O worm WANK
Outubro / 1989

Este foi provavelmente o primeiro ataque de um “hacktivista” (o hacker ativista). O WANK foi um worm que atingiu em cheio os escritórios da NASA em Greenbelt, cidade no estado americano de Maryland. O programa invasor – cujas iniciais significam Worms Against Nuclear Killers (literalmente, “vermes contra os assassinos nucleares”) – fez aparecer um banner em todos os computadores do sistema. Foi um protesto que teve como intuito tentar impedir o lançamento da sonda Galileo (que utilizava plutônio como combustível) a Júpiter. Dizem que a NASA gastou cerca de meio milhão de dólares em tempo e recursos para fazer a limpeza completa do seu sistema. Até hoje, ninguém tem certeza de onde o ataque se originou, embora muitos dedos tenham sido apontados para hackers de Melbourne, na Austrália.


Reino Unido - UK - O satélite hackeado do Ministério da Defesa 
Fevereiro / 1999

Um pequeno grupo de hackers do sul da Inglaterra conseguiu se apoderar do controle de um satélite (modelo Skynet) do Ministério da Defesa local. A invasão se caracterizou por aquilo que os oficiais encarregados chamaram de “guerra de informações” – o ataque ficou notório por ter prejudicado seriamente os canais de comunicação entre os órgãos militares. Ao final do ataque, os hackers reprogramaram o sistema de controle antes de serem descobertos e, embora a unidade de crimes cibernéticos da Scotland Yard e as Forças Armadas americanas tenham trabalhado em conjunto para investigar o caso, não foi efetuada nenhuma prisão.

Quebra dos cartões de crédito no site CD Universe
Janeiro / 2000


Um caso de chantagem com desfecho trágico, a postagem de mais de 300 mil números de cartões de crédito pelo hacker Maxim, num web site chamado “The Maxus Credit Card Pipeline”, continua sem solução desde o começo do ano 2000, data do ocorrido. Maxim roubou as informações desses cartões ao invadir o CDUniverse.com, tendo exigido 100 mil dólares em espécie para destruir os dados. Ainda que muitos acreditem que Maxim seja do leste europeu, o caso continua em aberto.


EUA - Roubo de código-fonte militar
Dezembro / 2000

Entre as muitas coisas que ninguém gostaria que caíssem em mãos erradas, certamente encontra-se o código-fonte dos sistemas de controle de mísseis teleguiados. No final do ano 2000, um hacker invadiu o sistema de um laboratório de pesquisas navais em Washington, e surrupiou dois terços do código-fonte de um software que era responsável justamente por tal controle. Tratava-se do OS/COMET, da companhia Exigent Software Technology, empresa trabalhando sob contrato para o governo norte-americano. As autoridades conseguiram rastrear a origem do intruso, de codinome “Leaf”, até a universidade de Kaiserslautern, na Alemanha, mas foi só até aí que chegaram. Depois disso, a trilha simplesmente desaparecia.


EUA - Dennis Kucinich no CBSNews.com
Outubro / 2003

A campanha presidencial do pré-candidato Dennis Kucinich não andava muito bem das pernas em meados de 2003 quando um hacker fez o que era preciso para dar a ela um gás renovado. Na manhã de uma sexta-feira, a homepage do CBSNews.com foi substituída pelo logotipo da campanha. A página, então, era automaticamente redirecionada para um vídeo de 30 minutos, chamado “This is the moment”, no qual o candidato expunha sua filosofia política. A campanha de Kucinich descartou oficialmente qualquer envolvimento com a invasão e quem quer que tenha sido responsável jamais foi identificado.


EUA - Hackeando inscrição na faculdade (março de 2006)
Março / 2006

Nos Estados Unidos, não existe vestibular. Mesmo assim, esperar pela resposta de uma universidade ou colégio de graduação ao pedido de admissão causa angústia extrema a todos os potenciais candidatos. Por isso, quando um hacker conseguiu entrar no sistema automatizado de inscrições de várias dessas escolas, em 2006, foi natural que ele quisesse dividir sua proeza. Assim, dezenas e dezenas de instituições americanas de alto nível, como Harvard e Stanford, viram seus candidatos se utilizando do método para checar qual o status de seus processos de admissão. O hacker, que permanece incógnito até hoje, postou nos fóruns online da [revista] Business Week todas as instruções necessárias para uma invasão bem-sucedida – informação removida do ar pouco depois. Todos os candidatos que fizeram uso do esquema foram informados que receberiam pelo correio, muito brevemente, cartas de reprovação aos seus pedidos de admissão.


EUA - Quebra de segurança no supermercado
Fevereiro / 2008

Obscurecido apenas pela invasão da [cadeia de lojas de departamentos] T.J. Maxx em 2005, o roubo de pelo menos 1,8 mil números de cartões de crédito e de débito (além da exposição de cerca de 4,2 milhões ao todo) das redes de supermercados Hannaford e Sweetbay (ambas de propriedade do grupo belga Delhaize), ocorrido na Flórida e no nordeste dos EUA, continua sem solução, mais de seis meses após o ocorrido. Representantes das duas redes de supermercados e experts em segurança ainda não descobriram como os criminosos conseguiram acessar o sistema. A ação na T.J. Maxx se aproveitou de uma vulnerabilidade no sistema wireless de transferência utilizado em suas lojas. No entanto, a Hannaford e a Sweetbay não empregam qualquer tipo de tecnologia sem fio em seus pagamentos e transferências. Sem maiores informações, a dificuldade de identificar e capturar os responsáveis pelo roubo cresce exponencialmente a cada dia.


Redirecionando o Comcast.net
Maio / 2008

Um hackeamento engenhoso nem sempre envolve a descoberta de uma vulnerabilidade escondida ou um complicado esquema de seqüestro de dados confidenciais. Às vezes, é apenas um caso de informação preciosa que ficou comprometida. Foi mais ou menos o que aconteceu há alguns meses, quando um membro do grupo de hackers Kryogenics conseguiu acesso não-autorizado aos registros do Comcast.net, gerenciados pela empresa Network Solutions. Uma ação que teve como alvo o DNS do site, ela fazia com que as pessoas que tentassem acessar seu webmail na homepage da Comcast fossem automaticamente redirecionadas à página dos hackers. Porta-vozes da Comcast e da Network Solutions ainda não descobriram como os hackers conseguiram acesso aos nomes de usuários e respectivas senhas.



quinta-feira, 31 de maio de 2012

CEH - Certified Ethical Hacker (Hacker Ético Certificado)


Olá viajantes do Passaporte TI,


Sejam mais uma vez bem vindo ao meu blog e desta vez gostaria de falar de uma crescente a anos que têm sido o trabalho dos Hacker Éticos dentro da instituição. Não vou falar aqui sobre diferenças de hacker ou mesmo o que qualifica cada tipo, porque isso sempre dá confusão, já que existem dezenas delas.


A primeira pergunta a você que é profissional de TI ou gestor da área de Tecnologia, é o que é um CEH - Certified Ethical Hacker (Hacker Ético Certificado)?
Segundo o site security-faqs.com, se você perguntar a alguém na rua o que é isso, a pessoa vai provavelmente perguntar que cor que era o chapéu (hat) que ela esta usando. A maioria das pessoas não envolvidas com o mundo da segurança não sabe que existem variações do tipo de hackers (Black-hat, white-hat,  Grey-hat) e eles não se importam com isso. Apesar do conceito Hacker ético caber largamente  dentro do conceito do White-Hat a maioria das pessoas prefere chamar como "especialista".



Sem fins lucrativos
Um hacker ético terá o seu conjunto de computador avançado e conhecimentos de programação e aplicá-las, a fim de descobrir vulnerabilidades em sistemas computacionais. Eles irão avaliá-las, e procurar maneiras que as empresas podem superá-los.


Mesmo que haja uma tendência crescente em empresas que contratam hackers éticos para testar a sua segurança do sistema de computador com os famosos testes de penetração (veja mais aqui).  


"É uma disciplina que ainda é considerado pirataria, no entanto devido ao fato de que ainda utiliza conhecimentos de informática para penetrar sistemas."




Sistemas seguros
Um hacker ético vai invadir sistemas de uma empresa da mesma forma que um hacker de chapéu preto faria. Depois de terem encontrado um ou mais fraquezas, apresentará um relatório para a empresa, eventualmente, acrescentar uma lista de sugestões de como eles podem tornar seus sistemas mais seguros no futuro.


O pensamento aqui é que um hacker ético deve ser capaz de encontrar todas as mesmas vulnerabilidades que um invasor em potencial pode e é bem possível que sim. Embora muitos hackers éticos terá chegado através de uma educação de ciência da computação, há também muitos outros que terão aprendido tudo sobre hackers de chapéu preto por ter sido parte dessa comunidade no passado.


Embora seja perfeitamente possível para um hacker de chapéu preto para se tornar um hacker ético que fica no caminho certo, tenho certeza que a tentação de se desviar de volta aos velhos hábitos deve ser grande, por isso tome cuidado quem você emprega para penetrar seus sistemas de computador! 


Prefira uma empresa à um contrato pessoal, pois empresas têm softwares e pessoas de monitoramento devido a natureza de seu negócio. Leia bem o contrato e não tenha medo de propor cláusulas de sigilo bem especificadas contra o vazamento de informação, tanto dos dados da empresa, quanto sua vulnerabilidade.







Profissional
Existem vários cursos de formação de profissionais de segurança da Informação, eu estou cursando o MBIS em Segurança da Informação na UNIP, formação bem completa de profissionais da área.


Existem também centros de treinamento, cursos, fóruns, apostilas e muito, muito conteúdo grátis online.
Mas o mais importante na hora de contratar um profissional da área ou se tornar um é ter experiência na área e principalmente a parte ética, pois sem isso amigos nós não teríamos trabalho, já que a gestão da informação das empresas é um trablho extremamente sigiloso e que exige do profissional, discrição absoluta em torno das informações que lhe são confiada. Isso vale para qualquer profissional do mundo, porém, têm um peso especial para a nossa área. 
Curso da New Horizons - 11-3521-1108
Um abraço.


Fontes:

domingo, 27 de maio de 2012

Segurança da Informação

Olá Viajantes do Passaporte TI,

Eu encontrei esse vídeo na Internet e achei bem legal, utiliza animação para falar dos riscos que temos na rede, o vídeo é de autoria da CET e têm várias referências à mesma, mas pode ser editado ou mesmo usar o vídeo como está apenas fazendo os devidos comentários, exemplo onde fica a documentação de segurança e casos específicos da sua empresa.

Vale a dica e boa viagem.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

7 Dicas para se livrar de Hackativistas



A recente praga da internet não é um vírus, um worm ou mesmo um cracker, em 2012 a principal ameaça aos serviços corporativos são os Hackativistas. E que o digam os bancos que nesse ano sofreram um ataque do grupo Anonymous em uma operação derrubando todos os bancos que atuam no Brasil, um a um, 1 por dia, 7 dias por semana.

Segue aqui 7 dicas de como se protejer:


1. Proteja seus servidores
Não é preciso nem comentar a importância disso para a segurança da empresa, o servidores armazenam todo o tipo de informação e acessos da empresa, não se pode prestar atenção somente nos acessos portáteis e usuários do sistema. É necessário prestar atenção tripla nos servidores.



2. Elimine dados desnecessários
As companhias tendem a coletar dados sensíveis e depois não removê-los quando não são mais necessários. Todas as organizações precisam ter políticas rígidas para a conservação de dados, uma atividade vital para atender às exigências regulatórias.


3. Observe os registros
Muitas empresas têm software de segurança que acessam à rede e outros registros, mas não têm ferramentas automatizadas para a análise dos registros e a busca de vulnerabilidades ou falhas. Portanto, os CIOs precisam dedicar pessoal para controlar e explorar os logs de rede ou servidor.


Uma atividade anormal de rede pode ser sinal da existência de um malware que coleta, monitora e registra ações dos usuários, como forma de roubar nomes de usuário e senhas. 

4. Utilize dupla autenticação
Ter um sistema de autenticação de dois fatores para controle de acesso [como senhas e cartões de acesso] reduz o risco de piratas, que muitas vezes entram nos servidores com nomes de usuários e senhas roubados.

Também é importante ter políticas estritas de senhas, como senhas complexas, alterar senhas regularmente e limitar tentativas frustradas de login. Outra sugestão é o uso de listas negras de IP para restringir o acesso à servidores repletos de atividades hackactivistas ou cibercriminosas.


5. Cuidado com o PC que pode ser acessado de qualquer lugar
As ferramentas que facilitam o acesso remoto a sistemas de empregados, como o PC Anywhere, são comumente usadas por hackers como porta para desbloquear sistemas corporativos. Os administradores de rede podem usar listas negras para bloquear sistemas de IP que têm acesso a essas ferramentas e aplicativos de filtragem para impedir o fluxo de informações além da rede corporativa.



6. Alerte os profissionais de segurança sobre os riscos
As empresas estão cada vez mais vendo ataques de hackers que resultam da manipulação física de dispositivos de rede no data center. Portanto, os profissionais de segurança devem estar cientes da manutenção programada de dispositivos de rede e devem buscar a presença de arranhões ou buracos no exterior de equipamento ou de quaisquer selos quebrados no hardware.

7. Invista na conscientização dos funcionários
Hackers frequentemente enganam os empregados para descobrir seus nomes e senhas ou simplesmente levam o profissional a fazer o download de um arquivo executável ou ainda a clicar em um site que contém malware. Empresas devem investir na formação contínua dos funcionários para que eles estejam constantemente conscientes do perigo dos ataques de engenharia social.



Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2012/03/26/7-passos-para-afastar-os-hackactivistas/